Essas são algumas das conclusões que foram determinantes para o indiciamento de 37 pessoas. E vem mais aí.

Para a Polícia Federal (PF), Jair Bolsonaro (PL) era o principal comandante da tentativa frustrada do golpe de Estado para manter o ex-presidente no poder mesmo após a derrota nas urnas em 2022.
Com isso, os agente vêem que Braga Netto como a principal autoridade por trás do golpe de estado. Ou seja, Bolsonaro mandava e Braga Netto obedecia. Como informa o blog da Andréia Sadi, do g1.
Dessa forma, Bolsonaro foi indiciado pelos mesmos crimes que o general. Isto é: golpe de estado, abolição violenta do estado de direito e organização criminosa.
Segundo a jornalista, o planejamento e a execução do plano, entretanto, foram chefiadas por Braga Netto, na visão de dois investigadores ouvidos pelo blog nesta sexta-feira (22).
Por exemplo, na expressão de um deles, o general era “a cabeça pensante” responsável pela “operacionalização do golpe.”
Sobretudo, documentos da investigação já tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) mostraram, por exemplo, que o general abrigou em sua própria residência uma reunião.
Esse encontro foi em 12 de novembro de 2022, na qual investigados discutiram um plano para assassinar, antes da posse, Lula (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), além do ministro Alexandre de Moraes.
Nesse sentido, Braga Netto, inclusive, integraria o intitulado Gabinete Institucional de Gestão da Crise, a ser criado pelo governo federal após os assassinatos.
Em suma, o tamanho do poder que o general da reserva concentraria em caso de sucesso do plano golpista leva um investigador da PF a suspeitar que Braga Netto poderia, até mesmo, derrubar Bolsonaro e assumir o comando do futuro governo.
Além disso, um outro fator reforça o papel central de Braga Netto na trama golpista: a influência no meio militar.
Leia mais no g1.
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